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12 Novembro 2019 | Fernanda Mendes

Filme escolhido pelo Marrocos para concorrer a uma vaga ao Oscar® 2020 estreia no Brasil

"Adam" chega aos cinemas nesta quinta (14)

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(Foto: Arteplex)

Indicado pelo Marrocos para concorrer a uma vaga ao Oscar® de Melhor Filme Internacional deste ano, Adam conta uma história emocionante sobre a vida de duas mulheres. Primeiro longa dirigido por Maryam Touzani, o enredo mostra a trajetória do encontro de Samia, uma jovem grávida, com Abla, viúva que é dona de uma padaria em Casablanca, onde mora com sua filha de oito anos.

Abla vê Samia dormindo na rua e, depois de lutar contra sua consciência, a mulher se irrita e diz a Samia que ela pode ficar em sua casa por algumas noites. A história foi inspirada em um momento real pelo qual a cineasta passou. “Eu conheci uma jovem que desembarcou em Tânger, fugindo de sua família depois de engravidar e depois foi deixada pelo homem que prometera se casar com ela”.

Na trama, a dona da padaria dificilmente relaxa e há sempre uma tensão entre as duas. Até a recém-chegada ganhar sua confiança cozinhando um prato típico e de difícil execução.

Em entrevista ao Portal Exibidor, Beatriz Schmidt, diretora executiva da distribuidora do filme, a Arteplex, explicou como é positivo trazer filmes de outras culturas para o Brasil porque pode oferecer ao público uma oportunidade de enxergar o mundo sob outro ponto de vista. “Esse filme, embora seja do Marrocos, trata de um tema universal, duas mulheres com histórias diferentes, que acabam transformando a vida uma da outra. É um filme delicado, sensível e que aborda temas atuais numa sociedade conservadora”.

Adam chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 14, com uma ótima expectativa de lançamento. No Rotten Tomatoes o filme ganhou 90% de aprovação pelos críticos. Pelo site Variety, a diretora Maryam Touzani foi amplamente elogiada. “Com seu filme de estreia, Maryam Touzani permite que seu público sente e relaxe confortavelmente e acompanhe uma pequena joia lindamente feita e orientada por personagens que sabem quando e como tocar em todos os botões certos”, disse o crítico Jay Weissberg.

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