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04 Janeiro 2022 | Renata Vomero

Globo Filmes e GloboNews renovam parceria de coprodução de documentários

Três produções já têm data programada para estrear no canal do Grupo Globo

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(Foto: Divulgação)

Com mais de sete anos de atuação, o projeto de documentários coproduzidos em parceria pela GloboNews e pela Globo Filmes acumula mais de 15 milhões de pessoas que assistiram aos filmes no canal - considerando inéditos e reprises. A parceria de sucesso acaba de ser renovada para mais este ano.

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Os longas tiveram o envolvimento de mais de 100 produtoras brasileiras e participaram de mais de 280 festivais nacionais e internacionais como o prestigiado Festival Internacional de Cinema de Berlim e de Cannes. Os próximos projetos da parceria previstos para exibição no canal são: 8 Presidentes e 1 Juramento, dirigido pela premiada diretora Carla Camuratti, que será transmitido em duas partes nos dias 09 e 16 de janeiro, Wild – Rede Selvagem em 23 de janeiro, e Encarcerados, dirigido por Pedro Bial, Claudia Calabi e Fernando Grostein Andrade, que vai ao ar no dia 5 de março. Os documentários são exibidos de forma inédita aos domingos, sempre às 23h.

Sobre as coprodutoras – GloboNews e Globo Filmes  

A associação entre a GloboNews e a Globo Filmes tem entre seus principais objetivos formar plateias para o documentário e, em consequência, ampliar o consumo desses filmes nas salas de cinema. A parceria tem contribuído para um importante estímulo ao documentário no Brasil, onde o gênero ainda tem pouca visibilidade quando comparado aos demais países. A iniciativa visa o fortalecimento e a promoção dentro do mercado audiovisual brasileiro, através da coprodução e da exibição desses longas.

O projeto completa sete anos em 2021 e a parceria estimula a criação de longas-metragens que, após a exibição nas salas de cinema, vão ao ar na emissora. Ao longo desse período, os filmes foram vistos por mais de seis milhões de pessoas no canal por assinatura e o alcance médio das produções foi de 450 mil telespectadores por exibição. 

Foram lançados filmes como Babenco - Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, escolhido para representar o Brasil na busca por uma indicação ao Oscar 2021 na categoria Melhor Filme Internacional e premiado como melhor documentário sobre cinema da Venice Classics, mostra paralela do 76º Festival de Veneza em 2019, Cidades Fantasmas e Cine Marrocos, vencedores respectivamente do Festival É Tudo Verdade 2017 e 2019, Slam: Voz de Levante e Pitanga, premiados respectivamente nos Festivais do Rio e de Tiradentes em 2017, e Gabeira - até o momento, o filme mais visto na faixa da GloboNews.  

Outros destaques foram o longa coletivo 5 x Chico – O Velho e Sua Gente, sobre comunidades banhadas pelo Rio São Francisco, selecionado para quatro festivais internacionais na França; Tim Lopes - Histórias de Arcanjo, sobre a trajetória do jornalista morto em 2002; Betinho - A Esperança Equilibrista, que narra a vida do sociólogo Herbert de Souza, Menino 23, que acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar a partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, ambos vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2016 e 2017, respectivamente; Setenta, de Emília Silveira, sobre a militância política nos anos 1970, que recebeu dois prêmios no 8º Festival Aruanda (Paraíba), incluindo o de Melhor Filme pelo júri popular; e o premiado Meu nome é Jacque, de Angela Zoé, que enfoca a diversidade sexual a partir da experiência da transexual Jacqueline Rocha Cortês, eleito o Melhor Longa Nacional pelo júri do Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema 2016.  

Em 2022, são mais de 30 filmes em produção, envolvendo mais de 30 produtoras de diferentes regiões do país, ajudando a fomentar o mercado. 

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